Novidades do evento musical da Apple
Sep 2nd
Ontem, dia 1º de setembro, aniversário do glorioso Sport Club Corinthians (acharam que eu ia deixar passar?) a Apple fez um evento para o lançamento de novos iPods, iTunes e AppleTV e a atualização 4.1 do iOS, com novidades para iPhones. Pra mim os lançamentos mais importantes foram o novo iPod nano e o AppleTV. (OK, melhor desempenho para o iPhone 3G foi uma ótima também, porque ele virou uma carroça depois do iOS 4.) O nano é um velho companheiro pois foi com ele que eu comecei a correr (junto com o nike+) e já estou no segundo; o AppleTV foi uma boa renovação. Eu já faço streaming de vídeo entre computadores para tocar filmes na TV, mas de uma maneira relativamente complicada e definitivamente nada intuitiva (se bem que pelo Mac com bonjour fica facílimo).
Dentre as novidades estão um iPod touch mais fino (pois é, 7,2mm!), com duas câmeras, uma frontal para o Facetime e outra traseira que filma em HD 720p e ambas fotografam; o display agora é igual ao do iPhone, o chamado Retina display; giroscópio e acelerômetro, como no iPhone; novo processador A4; GameCenter, que centraliza jogos em rede e conecta iPods e iPhones, além de estatísticas e realizações de jogos; vem com capacidades de 8, 32 e 64GB e (lá fora) sai por US$ 229, 299 e 399. Aqui? Não saiu o preço ainda, mas deve sair por uma paulada, como de costume.
O iPod shuffle voltou às origens. Segundo Jobs, as pessoas pediram os botões de volta. Compreensível. Eu sempre pensei nos iPods como produtos naturalmente intuitivos e a falta de botões deve ter deixado bastante gente confusa. Então de volta com os botões! Ele voltou para o formato quadrado, está menor, manteve o clipe, fala com você em 29 idiomas (português inclusive, o nosso e o deles) e a capacidade foi mantida em 2GB. Achei pouco, podiam ter subido para 3 ou 4GB. Vem em seis cores (feinhas) e lá fora custa US$ 49. Aqui? “Apenas” R$ 229 (sim, quase o triplo do preço).
Agora vamos ao iPod nano, meu xodó pessoal. A primeira impressão que tive foi de estranhamento, confesso. É uma telinha com entrada pra fones! E com um clipe atrás! Bom, o clipe eu gostei, porque detestei todos os armbands que já tive. Braços não têm diâmetro fixo, gente! Eles contêm músculos que contraem e relaxam! Aí ou o armband aperta ou fica muito frouxo e resolver o aperto do armband no meio da corrida é algo bem sacal de se fazer e eu acabo segurando tudo na mão. Agora não, belisca o clipe, prende na manga, camiseta, short e corre pro abraço!
Ele tem tela sensível ao toque, funciona basicamente como os iPhones e iPod touches, é bem minimalista e só tem botões físicos de volume e travamento da tela. Tem relógio, música, fotos, rádio AM/FM, fitness (pedômetro e nike+) e a tela pode ser definida para qualquer orientação, basta colocar dois dedos e girar. O comercial tá bem legal, fora que a música é ótima (Short skirt, long jacket, do Cake). Vem em seis cores (tem uma versão vermelha “Product RED” além das cores do nano, exclusiva) e versões de 8 ou 16GB por US$ 149 e 179. Aqui? R$ 549 e 649. Ah, mas inclui R$ 197 em impostos e taxas. O resto é… ok, deixa pra lá
E o Apple TV, hein? Já pensei em mil maneiras de ligar o Mac à TV para assistir filmes e a solução que eu havia encontrado era ou ligar um MacBook Pro antigo que está parado ou trocá-lo por um Mac mini. Até porque, pela diferença de preço entre o Apple TV antigo e o mini, achei que valeria a pena ter um ponto de internet na sala (para visitas, ler emails, youtube, etc.). Mas era só uma ideia e minha conta bancária nunca concordou com ela mesmo… Agora com esse precinho de US$ 99, vai ser difícil não trazer numa eventual viagem ao exterior. Sinceramente? Acho que ele não vem para o Brasil nem a pau oficialmente. (Nem na página da Apple Store brasileira com plaquinha de “em breve” ele está.) Os principais recursos do Apple TV são: aluguel de filmes e seriados pela iTunes Store (não disponível no Brasil); streaming do Netflix (não disponível no Brasil, mas alô alô Blockbuster! Vamos acordar?! Negoção aí procês!); streaming de conteúdo de iPods touch, iPads e iPhones via AirPlay; stream de vídeos do iTunes do seu Mac. Pensando bem, acho que ele não faz streaming daqueles filmes piratas que estão no seu computador. Mas pensando bem, logo logo alguém dá um jeito nele, e aí ele vai valer a pena (quem eu quero enganar? Mas o conceito é bom, vai…)
Por fim, o iTunes 10 mudou de ícone (perdeu o CD do fundo e manteve as notinhas musicais as duas colcheias) e teve umas mudanças estéticas na listagem de músicas. Ah, trouxe também mais uma rede social pra gente. Até porque, né gente, rede social já encheu o saco nunca é demais! Chama Ping e dá pra seguir seus amigos e artistas preferidos, com datas de shows (lá fora…), atualizar status, fazer comentários, tudo aquilo que a gente já faz no Facebook e no Twitter até cansar, né! Trouxe também o AirPlay, evolução do AirTunes, que deixa você ouvir sua música em qualquer lugar (com aparelhos compatíveis que serão lançados no futuro e que chegarão aqui pelo triplo do preço). Aluguéis de seriados a US$ 0,99 foi uma boa também. Pena que não funciona aqui no Brasil… Sincronização de iPhones e iPods melhorada. Taí algo que eu quero testar logo mais, pois acabei de baixar o iTunes 10.
Apple TV ainda não resolve meu problema, mas deu vontade de comprar o iPod nano novo. E os iPods classic? Continuam lá, sem mudança alguma… Com risco de desaparecer? Acho difícil, a não ser que o preço das memórias flash diminua e os iPod touches cheguem à mesma capacidade de armazenamento por um preço compatível. HD ainda é bem mais barato que memória flash e isso parece que vai demorar a mudar.
Mas bem que o Steve Jobs poderia ter sido camarada e lançado um iPod comemorativo dos 100 anos do meu querido Sport Clube Corinthians Paulista! Já tenho até um nome pra ele: iPod mano, 100 GB de músicas e já vem com todos os gritos de torcida e sambas-enredo da Gaviões da Fiel. Eu compraria! Vai Corinthians!
P.S.: Prometo usar menos texto riscado nos próximos posts…
Por quê?
Aug 16th
Foi durante a Segunda Conferência Proz aqui em São Paulo que eu vi @claudiamello e @marneves conversando sobre como muita gente ainda errava o uso de porque, por que, porquê e por quê. Eles comentaram informalmente, claro, mencionando o twitter. Pessoalmente, sempre que vou escrever qualquer um deles no twitter, uso “pq” por costume e por economizar quatro ou cinco caracteres (que fazem diferença numa mensagem mais longa). Mas decidi tomar vergonha e pesquisar a regra gramatical que rege o uso do por( )que(ê).
Por pertencerem a diversas classes gramaticais diferentes, o uso do por( )que(ê) não tinha um capítulo dedicado na gramática que eu consultei, mas era contemplado quando se falavam de advérbios ou conjunções subordinadas ou coordenadas, por exemplo. Buscando na internet encontrei algumas referências que agrupavam os porquês e resolvi simplificar aqui. Para informações mais detalhadas de cada caso, consulte minhas fontes: UOL Educação e Vem Concursos
- Porque (junto e sem acento): é uma conjunção subordinativa causal ou coordenativa explicativa (em alguns casos pode ser usado como conjunção subordinativa final e nesse caso específico pode ser substituído por para que);
Usado em orações de explicação de causa ou para exprimir dúvida.
Ex.:
“Por que não trocou de carro? Porque não tinha dinheiro.” (Explicação dada como resposta para a pergunta.)
“Não troquei de carro porque não tinha dinheiro.” (Observe que aqui o porque explica o motivo de não ter trocado de carro.)
“Não trocou de carro porque não tinha dinheiro? Duvido.” (Nesse caso, não se questiona o motivo de não ter dinheiro, mas a relação entre os fatos, exprimindo dúvida.) - Por que (separado e sem acento): é um advérbio interrogativo;
Geralmente usado em orações interrogativas diretas ou indiretas.
Ex.:
“Por que não trocou de carro?” (Aqui há relação direta com o questionamento, diferente do segundo exemplo acima.) - Porquê (junto e com acento): é um substantivo;
Em geral precedido pelo artigo, pode ser substituído por “motivo” (outro substantivo).
Ex.:
“Não sei o porquê de João não ter trocado de carro.” (“O porquê” aqui tem o mesmo sentido de “o motivo”, “a razão”.) - Por quê (separado e com acento): é um advérbio interrogativo.
Usa-se em finais de frase e quando o advérbio é usado de forma isolada.
Ex.: Você não vai no cinema por quê?
Você vai comprar um carro novo? Por quê?
Esses casos contemplados são os mais comuns e os que são encontrados no dia-a-dia ao se escrever um texto, seja um post de blog ou um tratado científico. É útil decorar essas regrinhas e tê-las em mente. No twitter, mensagens de texto em celular, dois exemplos de ambientes em que precisão gramatical dá espaço à economia de caracteres, eu não hesito em abreviar. Mas a rapidez da internet e da comunicação contemporânea não é desculpa para não aprender a regra como ela é usada hoje.
Couscous marroquino
Aug 2nd
Recentemente vários amigos no twitter estavam conversando sobre couscous marroquino, ideias, sugestões e receitas. Como eu aprendi uma receita excelente num curso de culinária que consegui reproduzir com facilidade posteriormente, prometi publicar a receita aqui. A receita não é minha, aprendi no curso da Letícia dona do blog Cozinha da Matilde.
Salada de couscous marroquino:
Ingredientes
- 1 xícara de couscous marroquino
- 1 xícara de caldo quente para hidratar couscous
- 1 colher de sobremesa de raspas de limão siciliano
- 1 colher de sobremesa de suco de limão siciliano
- 1/2 colher de sobremesa de pimenta dedo-de-moça fatiada sem semente
- 1/2 colher de sobremesa de gengibre picadinho
- 2 colheres de sobremesa de azeite
- 4 camarões médios sem casca
- Sal e pimenta do reino a gosto
Modo de fazer
Caldo - Leve ao fogo um pouco mais de uma xícara de água, 1 pedacinho de gengibre, uma casquinha de limão (a tampinha maior do limão siciliano), um pedaço de pimenta, cascas de dois camarões e sal, desligando quando levantar fervura.
Seque os camarões com papel toalha, tempere-os com sal e pimenta do reino.
Grelhe os camarões em uma frigideira antiaderente levemente untada com azeite (1 minuto e meio de cada lado).
Hidrate o couscous com o caldo (coado). Regue com uma colher de azeite.
Deixe descansar por 5 minutos. Com a ajuda de um garfo, solte o couscous.
Em um novo recipiente, misture todos os ingredientes menos o couscous.
Incorpore o couscous misturando delicadamente e ajuste o sal e a pimenta do reino.
Pra mim, o segredo todo está no caldo para hidratar o couscous. Quando estiver preparando o caldo você notará como ele fica cheiroso! Esse odor todo é traduzido para o sabor que o couscous vai absorver, mais os temperos. A Letícia misturou um punhado de salsinha no couscous finalizado. Eu, como não sou fã de salsinha, usei cebolinha e ficou muito gostoso também. É possível fazer a mesma receita sem os camarões (mas com as cascas no caldo, para o sabor) para acompanhar uma salada verde.
As porções relacionadas são bastante generosas para uma pessoa (duas comem se não for o prato principal e sim uma entradinha). Só fico devendo para o @wcassemiro que não queria a receita, mas um jantar onde pudesse provar o quitute (folgado? Imagine!).
Almoço tex-mex
Jun 22nd
Sábado último dei de presente pra uma amigona um almoço mexicano. Aqui em casa “fazer um mexicano” sempre foi uma desculpa pra tomar umas cervejas, fazer alguns pratos sem muita complicação e reunir um pessoal pra bater um papo. Depois de contar tanto sobre o curso de culinária que eu fiz e das comidinhas que estava dando conta de preparar, tive que responder à altura quando desafiado para preparar um almoço.
Procurei algumas receitas na internet, mas a maioria dos pratos eu já tinha uma noção de como fazer, como chili (sem carne), guacamole e sour cream. Mesmo assim, nas pesquisas encontrei algumas ideias interessantes que resolvi experimentar. Uma delas foi refogar o feijão do chili na gordura do bacon recém frito. Mas uma receita que me surpreendeu porque nunca havia feito e por ter ficado delicioso foi a salsa, aquele molhinho apimentado de tomate que come-se junto com todos os outros dips. Segue a receita:
Salsa picante:
Ingredientes:
2 ou 3 tomates
1/2 dente de alho
1 cebola pequena
1 punhado de salsinha (ou coentro)
1 pimenta dedo de moça (pequena e sem sementes)
suco de meio limão
azeite, pimenta do reino e sal a gosto
Preparo:
Bata tudo no processador ou liquidificador até ficar um pouco grosseiro. Pode-se separar um dos tomates para colocar picado em vez de triturar depois de tirar tudo do processador. Se preferir, coloque primeiro os temperos e triture-os até ficarem bem homogêneos, colocando o tomate só no final.
Eu usei salsinha na receita porque não gosto do sabor do coentro, mas coentro é muito usado na cozinha mexicana, aí vai da preferência de cada um. O resultado é um molho apimentado que complementa os outros dips (chili, guacamole, sour cream) e fica muito gostoso com tacos, nachos, etc.
Fico devendo as fotos porque esqueci a câmera na casa da Cé…
Schmap San Francisco Guide
Jun 14th
Eis que outro dia recebo o seguinte flickr mail:
I am delighted to let you know that your two submitted photos have been selected for inclusion in the newly released eleventh edition of our Schmap San Francisco Guide:
Duas fotos minhas (aí embaixo) já haviam sido pré-selecionadas para inclusão em uma nova versão do guia online gratuito (é leve e dá para acessar via celular) Schmap San Francisco e a mensagem acima foi pra me informar que elas foram selecionadas em definitivo! Para ver as fotos em tamanho maior basta clicar nelas.
Leia também os artigos do guia sobre os dois lugares, San Francisco Opera House e San Francisco Japantown.
Solteiro na cozinha
Jun 12th
Uma das primeiras coisas que fiz na cozinha foi uma lasanha pra uma ex-namorada. Ficou boazinha, mas lembro que os ingredientes não eram dos melhores. Depois pão de queijo de caixinha. Ficou com gosto de… pão de queijo de caixinha. Péssimo. Depois ainda fiz brownie, outras lasanhas… Mais recentemente tentei fazer pão de queijo novamente, mas com receita, direitinho. O problema é que eu morava na Bélgica e mesmo com polvilho brasileiro, o queijo de lá não é como o queijo daqui. Ficou bem duro, mas gostoso. Minha obra-prima na cozinha antes de realmente saber cozinhar foi uma feijoada, também lá na Bélgica. Gringaiada ficou maluca, curtiram bastante e acabou não sobrando nada. Fiz por exigência de um amigo mexicano que conheci lá. Interessante.
Mas agora que tenho bem mais noção de cozinha, essa mesma feijoada sairia OUTRA coisa. Fica pra uma próxima viagem, ou quem sabe faço aqui mesmo.
O que realmente vim falar foi sobre o meu post no Bistrô Pregui. Saiu! Tomara que seja tão bom de ler quanto foi de escrever. Confesso que não achei que me inspiraria pra escrever sobre comida. Afinal, comida é pra ser vista, saboreada, sentida. Mas gostei bastante do resultado. Saboreiem!
Amar, comer e se relacionar
Jun 8th
Recentemente saí numa reportagem da IstoÉ que fala sobre os prazeres essenciais para o ser humano (esses aí do título):
Pesquisas comprovam que esses são os prazeres essenciais para o ser humano. Saiba como incrementá-los no dia a dia e ampliar a sensação de bem-estar em outras áreas da vida.
A reportagem de capa da edição 2116 (28 de maio), por Débora Rubin e Verônica Mambrini, é bem leve, descontraída e fala de coisas simples que podemos fazer para melhorar a qualidade de vida em geral. Sexo, Natureza, Comida, Exercícios físicos, Arte, Trabalho e Amizades são relacionados ao prazer fisiológico. Fui entrevistado para a seção de amizades e transcrevo o que falei a seguir:
Felipe Simões, tradutor de 29 anos, sempre soube, desde os tempos de colégio, que os amigos formavam sua segunda família. “Passar pelas partes pesadas da vida sem eles seria mais difícil”, atesta. Mesmo durante os quatro anos em que viveu em Brasília, Simões manteve intenso contato com sua turma de colégio, em São Paulo. Toda oportunidade de reencontro é vista como uma grande farra – até mesmo para fazer a foto desta reportagem. “Todo mundo tem dificuldade de achar tempo na agenda para as reuniões, mas eu sei, por experiência própria, que é possível cultivar as amizades, mesmo nos momentos mais corridos”, conta.
Meus amigos sempre foram, sim, minha segunda família. Uns permanecem, outros ficam pelo caminho, alguns participam de nossas vidas por um curto período, mas sempre me trazem felicidade. Se você está lendo isso, a probabilidade de ser algum amigo meu é bem alta. Considere-se incluído nessa segunda família.
Vale a pena dar uma lida na reportagem, nem que seja pra ver a foto em que eu saí no final.
Homem na cozinha… Cuidad-hmmmmm!
May 21st
Reza a lenda que eu fiz uma feijoada na Bélgica que deu o que falar pela gringaiada. No caso, quem reza a lenda sou eu mesmo e a feijoada é real. Mas minhas investidas no campo da culinária foram poucas antes e depois dessas. Até agora.
Mergulhei de cabeça num curso de culinária (que infelizmente acabou essa semana que passou) da Cozinha da Matilde. Aprendi muita coisa, mas vou deixar pra falar sobre isso num outro post logo mais. Prometi um post relacionado a isso pra Nath do Bistrô Pregui, então aguardem.
E como NÃO era de se esperar, eu ainda estou emagrecendo. Quer melhor? Então pega essa foto sensacional feita com celular, mas que dá um gostinho do naipe do que sai da cozinha. Tirando a breja, o resto fui eu que fiz. :9
Ferramentas do twitter
May 13th
Eu gosto bastante do twitter, quem me segue lá sabe que eu escrevo bastante coisa. Muita besteira, mas com certeza algo se aproveita.
Gosto dessa rede social por vários motivos. Lá conheci e estreitei relações com tradutores, fotógrafos, designers, médicos, corinthianos e até uns doidos que viraram amigos meus. Gente que de uma hora pra outra resolve te seguir e dali a um tempo vira amigo seu. É uma loucura, não faz o menor sentido do ponto de vista de relações sociais pela internet, mas eu sei que funciona. Já consegui alguns trabalhos pelo twitter, inclusive. Alguns pequenos, outros maiores, como um evento de interpretação grande.
Como toda ferramenta importante, é interessante entender o que se passa, como funciona a dinâmica dela e tentar expandir essa “influência”. Pra isso há algumas ferramentas online (e, melhor, gratuitas) que desenvolvem alguns relatórios com estatísticas de uso.
A primeira, que eu usei bastante já é o TweetStats.com. Ele oferece estatísticas de quantidade de twits por mês, densidade por horário do dia, dias da semana, etc. Eu sei, por exemplo, que o dia em que mais escrevo é na quarta-feira. Dá pra saber também quais são os usuários em que você mais dá RT e replies e a plataforma mais usada para publicação (a minha é o Tweetdeck). No final das contas, essa ferramenta é mais interessante a título de curiosidade, para se ter mais informações do próprio perfil.
A segunda, que eu acabei de descobrir numa busca, se chama Twitalyzer. Ele oferece uma gama de estatísticas extremamente ampla, com uma gama ainda maior caso você autorize o site via autenticação do twitter. Há termos como generosidade, impacto, engajamento, velocidade, que dão uma ideia bem precisa do perfil do “twitteiro”. Ele também compara o usuário com o “usuário médio” do twitter e oferece algumas sugestões de atitudes para melhorar áreas que ele considera deficientes. É bom salientar que o tal usuário médio do twitter é um fulaninho bem “engajado”. Eu ganhei boas notas nos quesitos engajamento e velocidade, que consideram a frequência de utliização e atualização do perfil, mas fui mal em seguidores e seguidos. Segundo o site eu preciso melhorar aí. Ah, e eu não sou muito “generoso” (quantidade de RTs). Mas ele considera somente os RTs “antigos” por terem acesso limitado à API do twitter, portanto é um conselho deficiente por enquanto.
Considerando a quantidade de gente que conheci por meio dessa rede social e também a quantidade de benefícios que consegui extrair dela, acho importante hoje se inserir lá. Se você ainda não tem uma conta, pode estar perdendo diversas oportunidades. Até no engajamento político o twitter trouxe avanços. Fiquei sabendo do projeto Ficha Limpa por lá, assinei o abaixo-assinado e reenviei o link para várias pessoas que com certeza leram e assinaram também. Lá, a informação se propaga a uma velocidade ainda maior, pelo fato de as informações serem mais filtradas, terem mais qualidade. Talvez pelo perfil da maior parte dos usuários ser de gente mais “rata de internet”, talvez pela limitação de caracteres, vai saber. Eu sei que se há pouco espaço pra dizer alguma coisa, todo mundo para e pensa um pouquinho mais antes de falar besteira…
Me segue lá. Clica aí embaixo:
Venda de fotos
May 11th
Já houve muita gente comentando em fotos minhas no flickr sobre o interesse em adquirí-las impressas. Eu tenho muito apreço pelas minhas fotos, de algumas delas me orgulho muito e outras mais ainda. Quem me apresentou pra fotografia primeiro foi meu pai (que tirou essa aqui), com uma reflex Yashica, mas isso é história pra outro post.
O fato é que eu acho complicado colocar preço em algo que tem muito valor sentimental pra mim, mas que eu não tenho certeza se transformando isso numa estimativa monetária traria justiça pra mim como vendedor e pra um suposto comprador. Conflitos filosóficos de lado, adotei o Snapfish como meu serviço preferido pra impressão de fotos, pois consigo uma fidelidade de cor impressionante com o que vejo na minha tela e o que recebo impresso por eles. Até hoje, pelo pouco dos serviços de impressão de fotos que conheço daqui do Brasil, não há igual. Não só uso e recomendo, como será, com absoluta certeza, o serviço escolhido para o caso de esse projeto virar realidade.
Há um porém. Demora um pouco pra chegar, já que é envio internacional. Entre pedido e recebimento dá pra contar aí umas semaninhas. Vai do comprador entender que a qualidade é mais importante que a rapidez, pelo menos pra mim. Eu não imprimiria uma foto num supermercado pra mandar pra alguém. Primeiro que não faria juz à foto. Segundo que, por estar adquirindo uma obra de arte, qualidade e durabilidade são essenciais para quem compra.
Mas posso mudar de ideia. Já usei a Labtec para imprimir algumas fotos a partir de filmes e gostei bastante dos resultados, mas nunca utilizei o serviço para fotos digitais. Há de se estudar a ideia. Acho lá meio caro, pelo menos pra filme. O Snapfish, apesar de custar em dólar, não é caro, pela qualidade que entrega e por ser um serviço oferecido por uma empresa grande como a HP. Eles certamente têm desconto em bons cartuchos.



















