Eu gosto de estudar. Não só idiomas por ser tradutor, mas assuntos que me desenvolvam em outras áreas também, como culinária, finanças, fotografia, música, assuntos que me desenvolvem como ser humano. Geralmente quando eu faço um curso que me interessa, fico marcado no meu círculo familiar e de amigos como uma espécie de “autoridade” no assunto. Acho engraçado e interessante que isso aconteça, pois me ajuda a manter meu interesse naquele assunto vivo e, consequentemente, me atualizo com mais frequência, justamente pra saber responder às perguntas que chegam.

Mas conto um segredo: não sou autoridade em nenhuma dessas áreas. Sou só (muito) curioso. Aconteceu com fotografia, sou consultado com frequência quando algum(a) amigo(a) quer comprar uma câmera; com finanças, fiz um curso de investimentos e sempre que alguém pensa em ganhar na megasena eu já ganho um futuro-pseudo-emprego como investidor pessoal do fulano; com culinária a mesma coisa, várias pessoas vêm me pedir dicas e eu sei cozinhar no máximo 10, 15 pratos…

A vontade de compartilhar conhecimento (e isso apareceu até no meu mapa astral) é inerente a mim e não me vejo escondendo alguma receita ou me negando a ajudar alguém que precise comprar uma câmera, por exemplo. Para as pessoas que me cercam eu quero o melhor e se eu sei (ou acho que sei, posso sempre estar errado) qual é o melhor, não vou deixar que se satisfaçam com menos. E eu nunca vou deixar de me surpreender como as pessoas têm vontade de aprender. De todos os textos que já escrevi no blog, o que menos achei que fosse ter mais audiência foi um texto que fala de gramática. Pois para minha surpresa, é o mais acessado do blog. Outros virão!

E isso, que era pra ser um texto sobre investimentos, tomou vida própria. Paro por aqui pra mandar ver no próximo texto, esse sim falando sobre como investir.