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Heaven and hell

Hell and Heaven are very personal definitions and I think this should carry forward to the afterlife. I’ll explain how it’d work.

Some people live their lives making other people’s lives a living hell because of the fucking sins they think those other people commit. Meanwhile other people live by the golden rule of common sense, in which you do unto others as you would have them do unto you, that is, if you don’t like people doing something, don’t fucking do it yourself, dumbass. And that’s it.

So let’s suppose two people die. One is the everything-is-a-sin type and Two is the golden rule type.

One did some bad fucking shit during his life, but he believes all is forgiven if he just confesses and repents. But no sir, when you get to the afterlife, you’ll be judged by how you lived. If you believed what you were doing was wrong, but did it anyway, you are gonna REGRET IT. Big time, mothafucka. Life is a bitch, afterlife is the bitchest to you. So you believed in hell and all that crap? You are gonna get it. You’ll be judged and condemned by those rules. I mean, it just fulfilled One’s expectations of what the afterlife was going to be.

Two did what he thought was right, made some mistakes, learned from them, but mostly followed the golden rule, didn’t believe in sins or whatnot. He gets to the afterlife, sits down with whatever deity was less busy at the time and hears: “You had a good life, I heard, tell me all about it”. And they exchange stories about the highlights of Two’s life while drinking some heavenly brewskis. Two never EXPECTED anything, he just lived on not being an asshole all his life to beg for forgiveness at the last minute.

And then there’s Three. Three just couldn’t care less. He goes on with his life regardless of gods, devils, heavens or hells, not taking score of good deeds or bad. And he gets to the afterlife, they get him to the front desk, read his file and get him whichever deity gives the lightest punishment. Or not. They couldn’t care less either.

Rede tailandesa

Faz um tempinho já, eu entrei na Etsy pra fuçar e achei uma rede, dessas de curtir uma preguiça, que era feita por uma moça tailandesa. A rede era lindíssima, com vários detalhes legais e bem “tailandesa” mesmo. Pasmem, custava uns 15 dólares. Achei uma pechincha e nem pensei duas vezes. Já que tava mudando pra um apê com quintal e que já tem até os ganchos de rede, saquei o cartão de crédito e fiz meu pedido.
Só que o tempo foi passando e nada de eu ter uma resposta, número de rastreio de pedido, nada. Mandei um email, nada. Mandei dois, nada ainda. Aí mandei o terceiro e a resposta que eu recebi foi a seguinte:

Hi Felipe,

 

I am sorry that I have not replied to your other emails. Things have been very bad here in Thailand, especially my hometown because of the flooding. Many people have died and many schools have to close.

 

The supplier where I get my materials is flooded, and I cannot get the material to make this kind of hammock. I refunded your money 100% now, so please accept my apology. My internet was out for a while too. Sorry for this. Please don’t be angry at me. I hope you see the refund in your PayPal account now.

 

Thank you

 

Soonatti

Claro que eu não ia ficar bravo. É uma situação que a gente vê aqui no Brasil a torto e a direito e vira e mexe tem arrecadação de alimentos pras vítimas das enchentes. Quando as enchentes são mais tranquilas, um monte de gente perde tudo o que tem e tem que sair da própria casa.

Respondi que quando ela tivesse de pé e pudesse fazer as redes de novo que eu indicaria pra todo mundo que eu pudesse, pra ela ter uma boa demanda e poder se sustentar. Como não são todos os modelos que ficaram prejudicados, ela tem alguns a oferecer.

A Soonatti aprendeu a fazer as redes com os pais, que têm uma lojinha na Tailândia. Ela resolveu aproveitar a internet e oferecer esse trabalho pra outros países. Vai lá na lojinha dela na Etsy e vê se interessa. Eu vou comprar uma, não só porque quero ajudar, mas porque gostei do trabalho dela.

Ano novo

Pois é, o ano começou já tem mais de um mês e eu andava sem pique pra escrever aqui. Parcialmente porque estou trabalhando bastante também. Então vamos a um compacto do que aconteceu até agora…

Viagem de ano novo foi no Uruguai, com a Karen e o Edu, vulgos Karencita e Educhardo, numa vilinha de pescadores chamada Punta del Diablo, com direito a uma visita ao Cabo Polônio, reduto de leões marinhos muito bonito e fedido.

Punta del Diablo é um lugar excepcional. Sol se pondo às 21h30, cerveja boa e muito barata (apesar de nunca muito gelada), povo hospitaleiro, gente engraçada e divertida. O vento era forte demais, mas a paisagem era extasiante sempre. E a comida? Sensacional e barata (melhor combinação ever). Acho que a melhor refeição que fizemos lá (na minha humilde opinião) foi uma que tinha cebiche de peixe e camarão, isca de peixe… Foi um manjar dos deuses e custou 80 reais pra três pessoas, mais ou menos.

Na volta ainda passeamos em Santa Catarina pra ver a Michellets que foi transferida pra Itajaí, pegamos uma prainha, mas bem cansados já e seguimos voltando. Pouco mais de 4.000 km de praia, sol, festa, família alheia, amigos próprios, cerveja gelada e free shops. 😀

Depois de voltar, ainda fui pra Riviera e pra Belo Horizonte, revendo amigos antigos e conhecendo novos.

De novidade ainda tem uma nova banda no forno, um filhote quentinho (CityVille, do qual fiz a tradução junto com a Érika Lessa) e outras que devem se concretizar em breve.

O ano de 2011 tem sido bem generoso comigo até agora, ao contrário de 2010. Espero que continue assim, tô gostando bastante. 😀

Pé de meia – parte 2

Se ainda não leu, leia Pé de meia – parte 1 pra poder entender melhor.

Voltando, digamos que seu fundo caiu 4% no último mês. Se você tirar o dinheiro, você realizou esse prejuízo, ou seja, perdeu 4% do que colocou. Mas se deixar o dinheiro lá e no curso de alguns meses esse prejuízo se transformar em um lucro de 15%, melhor. Mas você só realiza esse lucro se tirar o dinheiro do fundo. O erro que muita gente comete com frequência é se assustar com um eventual mau desempenho e correr pra “salvar” o dinheiro, realizando um prejuízo que poderia ser minimizado com o tempo ou até revertido em lucro para, aí sim, ser realizado.

O que acontece é que ao investir em um fundo, o indivíduo compra uma quantidade X de cotas. O valor dessas cotas é alterado com o tempo e a essa alteração de valor é que chamamos de rendimento, que pode ser positivo (lucro) ou negativo (prejuízo).

Exemplo: Se com 1.000 dinheiros Fulano comprou 20 cotas, cada cota vale D$50. Se o valor das cotas no mês seguinte cai pra D$30, Fulano ainda mantém suas 20 cotas, apesar de elas valerem D$600 no total agora. E o que ele deve fazer, vender? Não, se o fundo se mostrar instável e subir num mês e cair no outro, ele deve esperar pelo menos que cada cota ultrapasse o valor de D$50 para vender e não ter prejuízo. É isso que chamam de “comprar na baixa e vender na alta”. Um investidor mais atento, Beltrano, vai correndo comprar as cotas do Fulano, que comprou a D$50 e vendeu a D$30, pra depois vender a D$45, o que pra ele vai representar um lucro de 50%. Ou seja, apesar de Fulano ter tido um prejuízo de D$400, Beltrano lucrou D$300. E as cotas ainda nem voltaram pro patamar original… A chave é tentar ser Beltrano aqui, não Fulano, o que não é nada fácil.

Nada fácil porque é dificílimo “ler” o mercado e saber quando essas flutuações vão ocorrer e quando tirar proveito delas. Tem gente que faz isso diariamente, mas se você não trabalha especificamente com isso e só quer fazer seu pé de meia, faz sentido ter uma abordagem mais conservadora e deixar a especulação pros especuladores…

Tem uma “regrinha” que pode ser utilizada pra determinar a quantidade de dinheiro investido em renda variável e renda fixa. Pega sua idade (não precisa contar pra ninguém 😉 e subtrai de 100. O resultado é a porcentagem que deve-se investir em renda variável e a sua idade a porcentagem pra investir em renda fixa. O sentido nisso é que uma pessoa mais jovem tem consequentemente mais tempo pra esperar a “virada” dos papéis de ação que uma pessoa mais velha. Mas essa regra pode ser facilmente invertida se você não gosta de correr muitos riscos ou se precisa daquele dinheiro mais à mão, pra uma eventual emergência. Não deveria ser o caso, porque dinheiro de investimento é diferente de dinheiro pra emergências, são como se fossem duas poupanças diferentes.

Como já falei um pouco da renda variável, agora é a vez da renda fixa.

Pra investir em renda fixa, há diversos fundos DI dos bancos, mas há também o Tesouro Direto (que é onde todos os bancos compram títulos da dívida pública pra fazer render aqueles fundos DI, lê a composição do fundo que você vai ver). O site do Tesouro Nacional é o melhor lugar pra se aprender a investir nisso, então vou só explicar como funciona (de novo, não sou nenhuma autoridade no assunto, longe disso, então não se baseie somente no que eu digo e estude o assunto se quiser levar isso a sério mesmo).

Os títulos do tesouro nacional são basicamente uma maneira de emprestar dinheiro para o governo federal a taxas pré ou pós definidas. Se você já ouviu falar da taxa SELIC, que é a taxa básica de juros, já conhece uma delas. Um tipo de título pré-fixado tem o índice atrelado à SELIC, ou seja, rende aquele X% de juros por ano.

As vantagens do título público são as seguintes:

– Tributação menor: ela é proporcional ao tempo que o dinheiro fica lá, quanto mais tempo, menor a mordida do IR;

– Rendimento fixo: são baixos, mas relativamente estáveis, úteis pra fazer o jogo do juro composto.

As desvantagens:

– Se tirar muito cedo, paga-se muito imposto e pode-se perder o rendimento até aquele ponto. Só vale a pena se for “esquecido” lá.

– Algumas taxas pagam menos que a poupança e estudou-se criar imposto (sim, mais um) pra diminuir essa diferença.

Há um passo-a-passo no site do Tesouro que explica direitinho como comprar e um guia do que significa cada título. Há até um curso online da bovespa, então não precisa se limitar pelo que eu escrevi!

Torrent de idéias

Eu gosto de estudar. Não só idiomas por ser tradutor, mas assuntos que me desenvolvam em outras áreas também, como culinária, finanças, fotografia, música, assuntos que me desenvolvem como ser humano. Geralmente quando eu faço um curso que me interessa, fico marcado no meu círculo familiar e de amigos como uma espécie de “autoridade” no assunto. Acho engraçado e interessante que isso aconteça, pois me ajuda a manter meu interesse naquele assunto vivo e, consequentemente, me atualizo com mais frequência, justamente pra saber responder às perguntas que chegam.

Mas conto um segredo: não sou autoridade em nenhuma dessas áreas. Sou só (muito) curioso. Aconteceu com fotografia, sou consultado com frequência quando algum(a) amigo(a) quer comprar uma câmera; com finanças, fiz um curso de investimentos e sempre que alguém pensa em ganhar na megasena eu já ganho um futuro-pseudo-emprego como investidor pessoal do fulano; com culinária a mesma coisa, várias pessoas vêm me pedir dicas e eu sei cozinhar no máximo 10, 15 pratos…

A vontade de compartilhar conhecimento (e isso apareceu até no meu mapa astral) é inerente a mim e não me vejo escondendo alguma receita ou me negando a ajudar alguém que precise comprar uma câmera, por exemplo. Para as pessoas que me cercam eu quero o melhor e se eu sei (ou acho que sei, posso sempre estar errado) qual é o melhor, não vou deixar que se satisfaçam com menos. E eu nunca vou deixar de me surpreender como as pessoas têm vontade de aprender. De todos os textos que já escrevi no blog, o que menos achei que fosse ter mais audiência foi um texto que fala de gramática. Pois para minha surpresa, é o mais acessado do blog. Outros virão!

E isso, que era pra ser um texto sobre investimentos, tomou vida própria. Paro por aqui pra mandar ver no próximo texto, esse sim falando sobre como investir.

Solteiro na cozinha

Uma das primeiras coisas que fiz na cozinha foi uma lasanha pra uma ex-namorada. Ficou boazinha, mas lembro que os ingredientes não eram dos melhores. Depois pão de queijo de caixinha. Ficou com gosto de… pão de queijo de caixinha. Péssimo. Depois ainda fiz brownie, outras lasanhas… Mais recentemente tentei fazer pão de queijo novamente, mas com receita, direitinho. O problema é que eu morava na Bélgica e mesmo com polvilho brasileiro, o queijo de lá não é como o queijo daqui. Ficou bem duro, mas gostoso. Minha obra-prima na cozinha antes de realmente saber cozinhar foi uma feijoada, também lá na Bélgica. Gringaiada ficou maluca, curtiram bastante e acabou não sobrando nada. Fiz por exigência de um amigo mexicano que conheci lá. Interessante.

Mas agora que tenho bem mais noção de cozinha, essa mesma feijoada sairia OUTRA coisa. Fica pra uma próxima viagem, ou quem sabe faço aqui mesmo.

O que realmente vim falar foi sobre o meu post no Bistrô Pregui. Saiu! Tomara que seja tão bom de ler quanto foi de escrever. Confesso que não achei que me inspiraria pra escrever sobre comida. Afinal, comida é pra ser vista, saboreada, sentida. Mas gostei bastante do resultado. Saboreiem!

(Re)começando…

Comprei o domínio, agora falta montar o site. E eu sou chato. Raramente fico plenamente satisfeito. Foi assim desde o início, quando comecei um blog de fotos das viagens que eu fazia. Nunca achei que o layout tava bom, sempre faltava alguma coisa, ou aparecia alguma tecnologia nova que me deixava babando pra experimentar.

Aquele primeiro blog morreu, lembro só que o nome era Fotins da hora. Depois veio o Felipesimon, que eu mantenho até hoje, mas onde escrevo bem pouco. Nesse meio tempo, teve muita coisa boa que eu escrevi publicada no MacPress. Mas esse já morreu faz tempo, só esqueceram de enterrar… O domínio agora redireciona pra outro site, mas o esqueleto do finado ainda mora no servidor do UOL.

Mas esse aqui eu quero que seja como minha casa. Minha cara, minhas coisas, tudo no lugar, com endereço fixo e fácil de lembrar.

Esse tema é temporário. Achei um tema legal. Quero a imagem dos carimbos sim, mas não me convenci com o resto talvez mude o resto das cores, talvez não. Por um lado, tem sido bom porque eu vi que PHP não é tão difícil quanto parece. Basta deixar o código na mão de quem projeta template e alterar a parte que me interessa, que são as imagens, fontes, textos, etc. Não gostei, por exemplo, do fundo “mostárdico”. Nem dos links, que aparecem sem destaque algum. Nesse texto mesmo há dois, que eu manualmente deixei em negrito, caso contrário ninguém saberia que eles existem…

Resumindo: me aguardem e tenham paciência. 😉

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